sexta-feira, 25 de novembro de 2011
DESENHO LIVRE
Entre um e três anos.
É a idade das famosas garatujas: simples riscos ainda desprovidos de controlo motor, a criança ignora os limites do papel e mexe todo o corpo para desenhar, avançando os traçados pelas paredes e chão. As primeiras garatujas são linhas longitudinais que, com o tempo, vão se tornando circulares e, por fim, se fecham em formas independentes, que ficam soltas na página. No final dessa fase, é possível que surjam os primeiros indícios de figuras humanas, como cabeças com olhos.
É a idade das famosas garatujas: simples riscos ainda desprovidos de controlo motor, a criança ignora os limites do papel e mexe todo o corpo para desenhar, avançando os traçados pelas paredes e chão. As primeiras garatujas são linhas longitudinais que, com o tempo, vão se tornando circulares e, por fim, se fecham em formas independentes, que ficam soltas na página. No final dessa fase, é possível que surjam os primeiros indícios de figuras humanas, como cabeças com olhos.
BONECO DE NEVE...
CANÇÃO " BONECO DE NEVE"
CHAPÉU DE PALHA, PAM, PAM
NARIZ DE CENOURA, PAM, PAM
OLHOS DE AZEITONA, PAM, PAM
A CABEÇA É UMA BOLA,
BRANCA E LEVE NO MEIO DA PRAÇA,
PARECE UMA ESTÁTUA,
O BONECO DE NEVE, 2X
PAM, PAM
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
TEXTO RETIRADO DO BLOG" EDUCAÇÃO ESPECIAL: UM GRITO DE MUDANÇA"
Robótica como terapia para autistas
Projecto com a APPACDM estende-se a várias cidades
Um grupo de investigação da Universidade do Minho, em parceria da Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM), está a desenvolver um projecto para a utilização de robôs como meio de comunicação e interacção com alunos autistas. As experiências confirmam que estes conseguem realizar novas tarefas, como sentarem-se num local diferente para brincar com o robô ou realizarem uma actividade com outro colega, tal como a tinham feito com o autómato.
O projecto Robótica-Autismo tem como objectivo à aplicação de ferramentas robóticas para melhorar a vida social de alunos com autismo, melhorando as suas habilidades de interacção e comunicação com pessoas e em contextos diferentes. “Temos trabalhado competências de interacção e de vocalização”, onde “o jovem teria de ser incentivado a pedir algo que quisesse – dizendo “dá”, por exemplo – e o robô iria trazer-lhe a bola”, explicou Filomena Soares, investigadora responsável.
As actividades visaram incentivar os jovens a interagir, pedir e participar em jogos e iniciativas em conjunto com outras pessoas. A ideia surgiu a partir de contactos já existentes com a instituição, onde se verificou haver terreno favorável para o desenvolvimento do estudo, inspirado em duas teses de mestrado em Electrónica Industrial.
A iniciativa procura igualmente “generalizar o conceito, levando-os para novos ambientes, fora da sala aula e junto de pessoas que nunca tinham visto e são experiências demoradas, nem sempre positivas, mas que acabam por ter um final positivo”, continuou.
A docente acrescenta ainda que “tendo por base a interacção, a comunicação e a vocalização, são definidas actividades muito simples, com competências bem definidas, registando-se a realização de novas tarefas pelos alunos com este tipo de problema, como por exemplo o facto de se sentarem num local diferente na sala de aula para brincar com o robô ou realizarem com outro colega uma actividade previamente realizada com o mesmo robô”, explicou.
Alunos têm de verbalizar que querem a bola para obtê-la. O facto de este projecto trabalhar contextos diferenciados acaba por influenciar um envolvimento das famílias, que, desta forma, participam no desenvolvimento e beneficiam de uma transferência de competências e de rotinas muito importantes para o contexto familiar. Segundo a investigadora, “revelou-se determinante o papel da APPACDM, que acabou por facilitar a interacção que proporcionou contactos durante o projecto, assim como uma acção de divulgação e partilha onde todos participaram”.
Através do Ministério da Educação, foram já realizados contactos com outras unidades de ensino estruturado, havendo já reuniões com mais quatro centros que se juntam à APPACDM de Braga no desenvolvimento deste projecto. Desta forma, este grupo de investigação passará a trabalhar com utentes de Arouca, A-Ver-O-Mar, Barcelos e Leça da Palmeira, para além de Braga. Estão igualmente a ser estudadas novas formas de interagir com os alunos com autismo em idade escolar, utilizando plataformas robóticas mais robustas e com maiores capacidades.
“Esperemos que a robótica seja um meio promotor, um interface útil para comunicar com esses jovens”, concluiu Filomena Soares.
In: Ciências Hoje
sábado, 19 de novembro de 2011
SALA 1 ANO
As crianças na sala de 1 ano, não param quietas e quanto mais capacidades ganham, maior é a inquietude.
O seu desenvolvimento motor permite saltar, andar quase a correr, subir e descer escadas, fazer uma torre com 3, 4 ou mais cubos e fazer rabiscos numa folha de papel.
A sociabilidade da criança já é grande. Ela começa a querer conquistar a sua autonomia e insiste em realizar algumas tarefas, como comer, tirar o sapato, etc.
Com as outras crianças, a socialização, já é mais complicada. Insistem em tirar os brinquedos uns aos outros, empurram, batem, agarram, mordem, arranham. Mas não o fazem com intenção de agredir, mas sim para se divertir.
Aos dezoito meses, a criança tem uma visão egocêntrica do mundo, acredita que este gira à sua volta.
Não!
Uma das primeiras palavras que a criança aprende é "não". Chegam a dizer não a um pedido mesmo quando significa sim.
Conseguem entender mais palavras do que falar. Emitem apenas umas 10 palavras, mas conseguem compreender mais do dobro.
As crianças a partir de um ano e meio já conseguem perceber e receber pequenas ordens. As regras nesta etapa são fundamentais para o futuro, nesta idade é criada a base da educação da criança.
quinta-feira, 17 de novembro de 2011
EXPLORAÇÃO LIVRE
O Ruben está deitado a observar tudo o que se passa a sua volta!
A criança cria as suas próprias brincadeiras, interage e explora livremente o meio que a rodeia, utilizando o seu corpo e os seus sentidos.
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